Lote Vem meu parente
Para quem estuda ou já estudou no Instituto Parentes.
R$ 199,00Válido até 31 de dezembroInscreva-se aquiPara quem estuda ou já estudou no Instituto Parentes.
R$ 199,00Válido até 31 de dezembroInscreva-se aquiPara todes que querem chegar junto nessa roda.
R$ 370,00 público geralR$ 340,00 estudantesAté 31 de maio de 2026Inscreva-se aquiO Encontro “Tudo que nóis tem é nóis” é um encontro político, (po)ético e técnico, e especialmente cheio de “nóis”, escrito assim mesmo no pretuguês para diferenciar do plural de “nó”. “Nóis” é tal qual o laço que envolve e abraça sem ser nó, que nos faz sentir inquietações e dores diversas. É URGENTE ocuparmos esses espaços e estarmos JUNTES.
O encontro iniciou sua trajetória em 2023, em Fortaleza, com a participação de figuras notáveis como Nego Bispo (PI), Paulo Amarante (RJ), Jeane Tavares (BA) e o Pajé Roberto (Comunidade Anacé-Fortaleza). Em sua segunda edição, em 2024, recebeu Geni Nuñez (MS), Ivani Oliveira (SP), Deivison Faustino (SP), Luma Andrade (CE), Letícia Nascimento, a Cacique Pequena (Comunidade Jenipapo-Kanindé, Ceará) e muitos outros talentos. Agora, preparamos a terceira edição, de 9 a 12 de julho de 2026.
Partiu Fortaleza? Te espero pra dar esse cheiro quentinho no coração. Laroyê.
Conectar pessoas de todo o país, especialmente do Ceará, incluindo grupos pluriversos, numa rede comprometida com o técnico, o (po)ético e o político.
Estabelecer redes de apoio e manter um ciclo de “começo-meio-começo”, como nos ensinou Nêgo Bispo.
Reconhecer saberes, metodologias e artesanias que vistam o mundo com a ancestralidade e as cosmologias.
O evento conecta o caráter de vivência ao científico, promovendo a divulgação da produção técnica da comunidade acadêmica nos estudos interdisciplinares relacionados à saúde mental. Também busca um diálogo contracolonial e uma vivência imersiva por espaços ancestrais em Fortaleza e na região metropolitana.
No corpo sentimos medo, mas no coração sentimos o desejo de trazer para o campo do fazer histórias de felicidade e luta, contrariando quem pensou um dia que ia dar errado. Espalhem essa notíciaaaa… Até julho!

Pesquisadora, professora, escritora e ativista. Publicou em 2025 o livro “A culpa é do diabo: o que li, vivi e senti nas encruzilhadas do racismo religioso”. Graduada em História pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2010, e mestra em História Moderna pela mesma instituição, em 2013. Sua dissertação virou o livro “O Sabá do Sertão: feiticeiras, demônios e jesuítas no Piauí colonial” (Paco Editorial, 2015). Doutora em Sociologia pelo IESP-UERJ, com a tese “A culpa é do Diabo: as políticas de existência na encruzilhada entre neopentecostalismo, varejo de drogas ilícitas e terreiros em favelas do Rio de Janeiro”.

Bióloga (UNIFIEO), psicóloga (USP), mestre em Fisiologia Humana (IB-USP) e doutora em Psicologia (IP-USP). Investiga as relações entre nojo, desejo, gênero e sexualidade, com foco nas dinâmicas de poder e nos marcadores sociais da diferença. Articula Psicologia Crítica, teorias anticoloniais e estudos de gênero. Coautora de “Não Monogamia: trânsitos entre raça, gênero & sexualidade” (2023) e autora de “Ensaios Sobre o Colonialismo: higienização, corpos, fé e subjetividades em disputa” (2025), ambos pela editora Telha. Docente, palestrante, escritora e fundadora do Podcast Devaneios Filosóficos.

Mulher travesti, negra e gorda. Filha de Xangô no Candomblé Ketu e de Cabocla na encantaria da Jurema. Feiticeira decolonial de devires e bruxa da Sociopoética. Pesquisadora e ativista transfeminista, produz cartografias decoloniais com travestis negras a partir do encontro entre ideias decoloniais, feministas e da filosofia da diferença. Vinculada ao NEPEGECI/UFPI, RIMAS/UFRPE, POCs/UFPEL, ABPN e AINPGP. Autora de “Transfeminismo”, na Coleção Feminismos Plurais coordenada por Djamila Ribeiro.

Psicóloga indígena (CRP 14/07450-9), conselheira do Conselho Regional de Psicologia do Mato Grosso do Sul e integrante da ABIPSI (Articulação Brasileira de Indígenas Psicólogas). Trabalha questões de racismo e identidade indígena. Conselheira eleita para o 20º plenário do Conselho Federal de Psicologia (CFP).

Psicólogo (CRP 109975) e doutor em Serviço Social pela PUC-SP. Atua com Psicologia da descolonização e América Latina, povos indígenas e tradicionais e movimentos de luta pela terra, e criou a Rede de Psicologia e Povos da Terra. Tem dois pós-doutorados em Psicologia (UFRRJ e USP). Autor de “Nos caminhos da dupla consciência: América Latina” (2019). Atua na interface da medicina tradicional, saúde coletiva e bem viver. Psicólogo clínico e professor da UNIFESP.
Com muita gente incrível e importante para nós, e muitas vivências profundas nos territórios sagrados de Fortaleza e da região metropolitana. Aguardem a programação completa!
Trabalhos científicos, técnicos, vivências, oficinas e minicursos, com direito a publicação numa coletânea de resumos expandidos. Certificação de 35 horas. As normas estão no edital.
Pessoas de todo o país que desejam viver em um mundo melhor, abrindo um diálogo a partir do técnico, do (po)ético e do político, especialmente alunes e ex-alunes do Parentes.
Estudantes, professores, cuidadores, indígenas, mulheres, negres, periféricos, quilombolas, trabalhadores do sistema institucionalizado, subversives e apaixonades esperançoses do bem viver.
Cearenses, pesquisadores, estudantes e parceires que partilham narrativas com universidades, governos estadual e municipal, negócios de impacto, ONGs e institutos do terceiro setor que movem a periferia da cidade.
Do auditório saímos rumo às vivências: um reflorestamento de ideias, cada uma mais bonita que a outra.

09 a 12 de julho · IFCE campus Fortaleza · ônibus para as vivências incluso.